É bom quando no fim de um domingo me sinto assim. É sinal de que o fim de semana acabou, mas cumpriu bem a sua função. Não sou do género de deprimir às segundas. Mas preciso muito de um bom fim de semana para o meu equilíbrio. Um bom fim de semana tem a utilidade de nos fazer gostar mais dos dias úteis. E este foi pleno. O sol ajudou. E o almoço do dia do pai. E as flores, que ajudam sempre.
E as férias do Manel. Acabamos por descansar ao ver que ele descansa. Revivemos a felicidade do primeiro dia de férias da Páscoa. Fomos ao parque. Enquanto líamos, num banco, sempre vigilantes, e o víamos brincar com os seus melhores amigos, pensamos como é bom vê-lo ser criança. Exigimos muito às nossas crianças. Procuro sempre um equilíbrio. Tenho sempre presente que ele é criança, que precisa de ser criança. Mas não há como escapar. É a escola. As aulas de natação. As de música. A catequese. Pergunto-lhe se é demais. Não, diz-me. Eu gosto de tudo. Consola-me a certeza de que é feliz. Mas gosto quando não tem nada disso. Quando tem tempo para inventar jogos com os amigos e quando eu tenho tempo para me sentar num banco durante horas a vê-lo brincar. Aquelas gargalhadas enchem-me o coração.
E as férias do Manel. Acabamos por descansar ao ver que ele descansa. Revivemos a felicidade do primeiro dia de férias da Páscoa. Fomos ao parque. Enquanto líamos, num banco, sempre vigilantes, e o víamos brincar com os seus melhores amigos, pensamos como é bom vê-lo ser criança. Exigimos muito às nossas crianças. Procuro sempre um equilíbrio. Tenho sempre presente que ele é criança, que precisa de ser criança. Mas não há como escapar. É a escola. As aulas de natação. As de música. A catequese. Pergunto-lhe se é demais. Não, diz-me. Eu gosto de tudo. Consola-me a certeza de que é feliz. Mas gosto quando não tem nada disso. Quando tem tempo para inventar jogos com os amigos e quando eu tenho tempo para me sentar num banco durante horas a vê-lo brincar. Aquelas gargalhadas enchem-me o coração.
Para o lanche, pede-me waffles. Afinal, os amigos ainda não conhecem os melhores waffles do mundo. Pedem-me para repetir. Deixo, que dias não são dias. Para o jantar, há almôndegas. Há lá comida mais de criança do que almôndegas com esparguete! E amanhã fica em casa da avó para um dia cheio de mimos. Um dia em que será apenas criança e neto.
Fica a receita dos tais waffles, a receita da vizinha belga da minha amiga Maria. Os melhores que já provámos. Daqueles que atraem narizes curiosos à cozinha mal começam a cozer.
Ingredientes
500 g de farinha
300 g de açúcar
200 g de manteiga
5 g de fermento em pó
200 ml de leite
4 ovos
1 colher de chá de extrato de baunilha
Preparação
Começa-se por bater as claras em castelo. Depois, mistura-se as gemas com o açúcar e mexe-se muito bem. Acrescenta-se a manteiga, depois de derretida em banho-maria (ou no micro-ondas, caso haja pressa), e mistura-se tudo com a vara de arames até obtermos um creme de consistência homogénea. Dissolve-se o fermento numa parte do leite e acrescenta-se à mistura anterior. Mexe-se. Adiciona-se a farinha aos poucos, mexendo sempre. Em seguida, junta-se o resto do leite e o extrato de baunilha e mexe-se durante uns minutos. Por fim, acrescenta-se as claras em castelo e envolve-se tudo até conseguirmos uma massa suave.
Depois, com a máquina bem quente, é só cozer os waffles, tendo o cuidado de untar as superfícies do aparelho com manteiga (a cada 4) para dar cor.
Depois, com a máquina bem quente, é só cozer os waffles, tendo o cuidado de untar as superfícies do aparelho com manteiga (a cada 4) para dar cor.








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